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Oi gente! Eu assisti ao filme "Joy, o nome do sucesso" no dia do meu aniversário - na última quarta-feira -  e achei o filme tão bacana que ele não merece apenas uma resenha. Então hoje este post está mais para reflexão, porque é isso que o filme acarreta, uma tremenda reflexão sobre a vida. Eu não esperava menos, afinal, foi indicado ao Globo de Ouro, além da Jennifer Lawrence (personagem principal) ao Oscar na categoria de melhor atriz. Sem falar na atuação impecável de Bradley Cooper. Segunda vez que trabalham juntos e são bem sucedidos, sou fã desde "O lado bom da vida".


A história, bem resumidamente, é sobre a Joy Mangano (Jennifer Lawrence), criativa desde a infância, entrou na vida adulta conciliando a jornada de mãe solteira com a de inventora e depois de tanto tentar pôr no mercado a própria invenção do esfregão (que torcia sem precisar usar as mãos), tornou-se uma das empreendedoras de maior sucesso dos Estados Unidos. O filme é baseado em uma história verídica.


A criança
"Joy, o nome do sucesso" vai do drama ao cômico em minutos. Mas uma coisa é certa: Ele te prente do início ao fim numa proposta de flashbacks: aparece a infância da Joy e, logo, lá está ela adulta se virando em mil e cuidando de sua filha. Como eu disse, me causou uma reflexão. A Joy, desde criança tinha o dom de inventar coisas e criá-las - no sentido concreto da palavra. Sua avó sempre a apoiou nesse quesito e foi a única que a apoiou por muito tempo. Mas o que mais me tocou foi a Joy conversando com ela mesmo, isso... com a mini Joy, lá da infância. E aqui que eu queria chegar. Quantas vezes a nossa criança interior nos cobra, nos fala ao ouvido e fica lá no fundo da nossa mente ecoando uma voz? A minha pergunta diariamente se era aqui, onde estou, que eu queria estar. Se eu estou satisfeita em estar fazendo o que simplesmente resolvi fazer adulta. Porque a gente sabe... no fundo, a felicidade só depende disso. De uma conversa sincera com aquela criança que tanto queria crescer e desvendar o mundo e criar coisas maravilhosas - que saíssem do papel. Eu me lembro, de quando mais nova, criar uma casinha de papelão, caixinhas de fósforo e muito lápis de cor para brincar com as minhas Pollys. E daí que eu cresci e me formei design de interiores... Que loucura... Hoje posso projetar umas decorações de verdade. Assim como os vestidos que eu desenhava aos 8 anos e colava ímas atrás deles para todos os dias trocar a roupa da boneca de papel no quadro de metal. Eu gostava tanto disso que fui fazer Desenho de Moda depois de alguns anos... E agora vou fazer um curso de Modelista. No fundo, acho que todo mundo tem um pouco da Joy. Um hobby pode virar um negócio. Mas dependemos de pôr as cartas na mesa com aquela criança, para ela nunca nos deixar abandonar nossos planos e sonhos. E nos dar coragem.


Padrões e sociedade
O filme se passa há algumas décadas (podemos observar pelas roupas, cenários...) - ainda não encontrei o ano exato. Mas  percebi que essas décadas cobravam que a mulher fosse casada, tivesse filhos, fosse a dona de casa e esposa perfeita e o clichê de sempre - que me perdoem os conservadores! - e mais um trabalho... a mulher moderna já havia surgido, mas ainda não dera o ar da graça a famosa emancipação, mesmo com o divórcio que é retratado no filme (não falo desse tipo de emancipação, mas sim da mulher ser ela mesma). Então a Joy tentou seguir esses padrões, acredito que, até mesmo, por influência de sua avó, mas a sua vida é virada ao avesso. Seu marido muda, ela volta a morar com a mãe, esta que por sua vez, divorciada há anos, não consegue admitir que homens pisem em seu quarto (para ela é um ato desrespeitoso) - nem para trocar canos que estouraram. Então vemos muito da sociedade patriarcal e machista presente no filme, o que também causa diversas reflexões e comparações com os valores da sociedade atual.


Marketing
Por mais que a Joy tivesse ideias, ela não conseguiria vender seu produto sozinha. No entanto, seu discurso era tão persuasivo que conseguiu influenciar o dono de um canal televisivo, que fazia vendas por telefone, para que investisse na propaganda de seu produto. Mas foi muito investimento jogado fora, investimentos pelos ares! 50 mil espanadores - que representavam a hipoteca de sua casa e empréstimos em cima de empréstimos. Isso tudo porque o ator escolhido para propagar no canal fracassou. Mas a Joy teve uma segunda chance e, se ela vendeu o produto para o dono do canal televisivo, era ela quem venderia também quando estivesse no ar. O marketing é a alma do negócio e nada mais justo fazê-lo, expondo sua história real.


Independência
Ah, isso só pode ser de Joy! rs O filme revela muitas surpresas que não quero revelar aqui - de como o mundo dos negócios é uma montanha russa. Um dia você está lá em cima, no outro, você despenca. No caso da Joy, para ela conseguir ascender e permanecer no alto, ela mostrou-se independente. Ninguém assinaria em nome dela, ela procuraria empresas, ela resolveria processos e estudaria seu próprio caso. Acredito que a personagem levou para o cotidiano a função de "faz-tudo" que ela sempre teve em casa com sua família louca. Por fim, numa sociedade marcada pelo patriarcalismo, o segredo foi acreditar no seu potencial, dialogar com a criança cheia de sonhos que fora e aliar à isso o seu discurso persuasivo e a independência que tinha dentro de si para ser o nome do sucesso. 

Fica o trailer!


Espero que tenham curtido. Já assistiram? Amaram tanto quanto eu ou não? Ou ainda não viram e estão curiosos?
Comenta aí, vou adorar saber!
Beijos!
Oi gente! Se tem uma coisa que gosto muito, mas muito mesmo é de cinema! Muito me interessa ler um livro que em breve sairá nas telonas e comparar o resultado, assim como ir ao cinema sozinha só para assistir àquele filme tão desejado que ninguém se interessou em vê-lo comigo. 2016 já começou com alguns filmes bacanas, mas vai melhorar (e muito) ainda ao longo do ano. Eu selecionei alguns lançamentos que, segundo a minha opinião, não podemos perder. Se está na seleção, me interessou de alguma forma. Bora conferir?



Em Janeiro, as crianças podem se preparar, assim como os amantes da tecnologia!

  • Snoopy e Charlie Brown - Peanuts
  • Steve Jobs - Três momentos importantes da vida do inventor, empresário e magnata Steve Jobs: os bastidores do lançamento do computador Macintosh, em 1984; da empresa NeXT, doze anos depois e do iPod, no ano de 2001.


Em Fevereiro (meu mês), é o mês de filme histórico, polêmico e cômico!
  • A garota dinamarquesa - Cinebiografia de Lili Elbe (Eddie Redmayne), que nasceu Einar Mogens Wegener e foi a primeira pessoa a se submeter a uma cirurgia de mudança de gênero. Em foco o relacionamento amoroso do pintor dinamarquês com Gerda (Alicia Vikander) e sua descoberta como mulher.
  • Joy: O nome do sucesso
  • Deuses do Egito

Março será um mês de mais comédia, mais animação e muita ação e aventura.
  • Kung Fu Panda 3
  • Como ser solteira - Alice (Dakota Johnson) acabou de sair de um relacionamento e não sabe muito bem como agir sem outra metade. Para sua sorte, ela tem uma animada amiga (Rebel Wilson) especialista na vida noturna de Nova York, que passa a ensiná-la como ser solteira.
  • Convergente
  • Batman vs Superman: A origem da justiça


Em Abril, temos ação e aventura.
  • Capitão América: Guerra Civil
  • O caçador e a rainha do gelo - O prequel da aventura Branca de Neve e o Caçador irá acompanhar a história do caçador Eric (Chris Hemsworth) e da bruxa má Ravenna (Charlize Theron) antes de conhecerem Branca de Neve. Ravenna é ressuscitada pela irmã, Freya, a Rainha do Gelo. Prestes a conquistar a terra, os únicos que podem deter as duas irmãs más são os guerreiros de elite de Freya.



Em Maio, ela está de volta:
  • Alice através do espelho - Sequência de Alice no País das Maravilhas.

De Maio, pulamos para Julho, com ficção científica.
  • Star Trek: sem fronteiras - Após sofrerem com a ira de John Harrison (Benedict Cumberbatch), Kirk (Chris Pine), Spock (Zachary Quinto), Uhura (Zoe Saldana), McCoy (Karl Urban), Sulu (John Cho), Chekov (Anton Yelchin) e Scotty (Simon Pegg) retornam à Enterprise para uma nova e difícil aventura intergaláctica.

E em Julho, já esperamos por Setembro só para ver:
  • O bebê de Bridget Jones - Vai ser cômico, mas ainda não se tem muitas informações.

Em Outubro, vamos entrar na história da literatura.
  • Inferno - O renomado professor de simbologia de Harvard, Robert Langdon (Tom Hanks) visita a Itália e se envolve em mais uma aventura envolvendo símbolos ocultos e corporações secretas. Ele se vê em uma jornada em que procura desvendar os mistérios do clássico da literatura "A Divina Comédia", de Dante Alighieri.


De Outubro, vamos para Dezembro, contando os dias para rir muito e se envolver em mais um filme de Star Wars.

  • Minha mãe é uma peça 2 - Sucesso como apresentadora de um programa de TV, Dona Hermínia (Paulo Gustavo) resolve tentar novos relacionamentos, deixando para trás o pedido de Carlos Alberto (Herson Capri) para que reatem. O problema é que cada possível namoro empaca justamente devido à preocupação dela com os filhos Marcelina (Mariana Xavier) e Juliano (Rodrigo Pandolfo).
  • Star Wars: Rogue One



Ainda sem data prevista, aguardo ansiosamente pelas adaptações de "Como eu era antes de você" e "Quem é você, Alasca?".

Confesso que além de aguardar ansiosamente as adaptações dos livros, quero muito assistir ao "Inferno", me parece também uma adaptação do livro de Dan Brown que será fantástica. E ao "Alice através do espelho". E vocês, por quais vocês estão loucos pra assistir?
Beijos!!

Oi gente! Tudo bem com vocês? Já estou de férias e com muitos planos! Um deles é assistir muitos filmes fashionistas. Daí que tive a ideia de criar este post com algumas indicações da Netflix. Todos estes filmes e documentários entraram pra minha lista, porque deles só assisti "Bonequinha de Luxo". Me surpreendi com a quantidade de filmes sobre moda e artistas no site, eu nem sabia que tinham tantos. É importante esclarecer que nem todos são sobre estilistas, os dois últimos abordam: a vida de uma artista e o outro, o blog de um fotógrafo e um grupo de senhoras fashion. Vamos à lista?


Coco antes de ChanelQuando criança Gabrielle (Audrey Tautou) é deixada, junto com a irmã Adrienne (Marie Gillain), em um orfanato. Ao crescer ela divide seu tempo como cantora de cabaré e costureira, fazendo bainha nos fundos da alfaiataria de uma pequena cidade. Até que ela recebe o apoio de Étienne Balsan (Benoît Poelvoorde), que passa a ser seu protetor. Recusando-se a ser a esposa de alguém, até mesmo de seu amado Arthur Capel (Alessandro Nivola), ela revoluciona a moda ao passar a se vestir costumeiramente com as roupas de homem, abolindo os espartilhos e adereços exagerados típicos da época.


Bonequinha de LuxoHolly Golightly (Audrey Hepburn) é uma garota de programa nova-iorquina que está decidida a casar-se com um milionário. Perdida entre a inocência, ambição e futilidade, ela toma seus cafés da manhã em frente à famosa joalheria Tiffany`s, na intenção de fugir dos problemas. Seus planos mudam quando conhece Paul Varjak (George Peppard), um jovem escritor bancado pela amante que se torna seu vizinho, com quem se envolve. Apesar do interesse em Paul, Holly reluta em se entregar a um amor que contraria seus objetivos de tornar-se rica.


The DirectorMarca consagrada no meio da moda, a Gucci passou por situações difíceis e perdeu grande influência. No entanto, acabou ganhando fôlego com a entrada da diretora de criação italiana Frida Giannini em sua equipe. Seu trabalho ultrapassou o mundo das passarelas: a profissional combina diferentes influências criativas e é uma das únicas mulheres a liderar uma grande empresa de moda.


Iris, uma vida de estiloMais do que um filme sobre moda, o documentário é a história de Iris Apfel, uma mulher singular e seu entusiasmo pela moda e arte, que encara como um experimento na vida. Um retrato sobre a criatividade, valores e trabalhos éticos durante a Grande Depressão e a importância de manter esses mesmos termos em um mundo repleto de glamour.


What Happened, Miss Simone?A vida da cantora, pianista e ativista Nina Simone (1933-2003). Usando gravações inéditas, imagens raras, diários, cartas e entrevistas com pessoas próximas a ela, o documentário faz um retrato de uma das artistas mais incompreendidas de todos os tempos.


Advanced Style O documentário é baseado no famoso blog do fotógrafo Ari Seth Cohen, o Advanced Style. O filme acompanha a intimidade de sete mulheres com idade entre 62 e 95 anos que são extremamente interessadas em moda, possuem um estilo único e vivem em Nova York. Desafiando as ideias convencionais sobre o envelhecimento, o filme mostra a felicidade de uma sociedade eclética que vive independente dos padrões de beleza.

Eu já vou correndo assisti-los! Espero que tenham curtido! Já viram algum deles?
Beijos!!
Oi gente! Tudo bem com vocês? Hoje eu trouxe um filme pra você curtir nas férias com as amigas, com o namorado ou com a família. Para isso, nada melhor que uma comédia romântica! O filme da vez é "Amor e turbulência", de 2013, disponível na Netflix. Vem comigo!


Título original: Amour & turbulences
Gênero: Comédia romântica
Classificação: 12 anos
Duração: 1h e 36 min.
Distribuidora: -
Sinopse: Antoine (Nicolas Bedos) é um advogado que mora em Nova York. No caminho de volta para a sua casa vindo da França, onde foi realizar uma entrevista de emprego, Antoine senta-se bem ao lado de Julie (Ludivine Sagnier), sua ex-namorada. Com um voo de sete horas duração, os dois acabam falando um com o outro.


Crítica: Esta sinopse acima não fala NADA do filme. O que acontece é que o curta embasa-se num flash-back narrativo, isto é, a narrativa do presente, relembra o passado e volta ao presente, sempre nessa ordem. Os ex Antoine (Nicolas Bedos) e Julie (Ludivine Sagnier) se reencontram numa viagem de avião, e abordo, sentam-se um ao lado do outro, nisso começam a conversar e a relembrar as histórias do passado, histórias paralelas, que não seguem uma temporalidade e que vão do trágico ao cômico em instantes! Nessas histórias surgem outros personagens, como Hugo, o amigo desastrado e sem jeito de Antoine, que não consegue arrumar uma namorada de jeito nenhum; Franck, o atual namorado de Julie, um chato de galocha que só pensa nos negócios e que demonstra ao fim, não estar tão afim assim de Julie quanto ela pensava... a estabilidade que ele propiciava a ela, era monótona, sem paixão, ao contrário de Antoine que, apesar de propiciar um relacionamento frágil, demonstra a Julie que ela é o amor da vida dele. Daí, que a personagem fica entre os dois: a tranquila estabilidade ou os riscos da paixão?! Também faz parte do curta, a personagem Claire (Brigitte Catillon), a mãe de Julie, que só quer o bem da filha, mas não apoia seu romance louco com Antoine. 


O filme tem toda a vibe parisiense, desde o cenário aos looks, aos pequenos clipes e a trilha sonora em francês, incrível! A comédia romântica, embora possua cenas quentes, não apresenta piadas maldosas, mas os risos do telespectador aparecem de forma espontânea com as cenas fofas do casal, além das cenas cômicas dos melhores amigos. Uma das cenas que me marcou deles, foi a do karaokê no restaurante, no qual ambos (Antoine e Hugo) estão alcoolizados cantando, é bem engraçada! É visível também a mudança de postura de Antoine, que de magya da night passa a querer uma "vida clichê" de pai de família. Os personagens principais são ótimos atores e toda a trama é bem envolvente. Indico para as pessoas que curtem o gênero e para adolescentes, pois o filme apresenta alguns episódios da vida real em relação a romances, como a fragilidade de uma relação... o que vemos muito atualmente. O que eu mudaria no curta seria a temporalidade das histórias. Para uma melhor compreensão do filme, a temporalidade em sequência seria ideal.
Acredito que não convém aqui, contar o final. Mas a história é surpreendente, porque para mim, não foi nada previsível. Eu adoro quando a trama me surpreende! E a moral, claro, eu não poderia esquecer: Apesar das turbulências no amor, o pouso é tranquilo no final quando estamos com a pessoa certa. Fica aí pra refletir! ;)

Assista o trailer só pra dar um gostinho:



Já viram esse filme? Assisti pelo Netflix, se ainda não viu, corre pra assistir!
Ps: Não esqueça a pipoca!
Beijos!

Oi gente! Tudo bem com vocês? Há algumas semanas assisti "O Pequeno Príncipe" nos cinemas. Quero deixar bem claro que eu já li o livro. Na verdade, foi o primeiro livro que eu li na vida... eu tinha uns 10 anos e não li só uma vez, mas várias. E a cada nova leitura era uma nova interpretação. Vi muita gente achando que o filme era direcionado ao público infantil, mas ao meu ver, abrange todas as idades! E mais: crianças não entenderão o quão profundo é o livro e o filme. Vamos a resenha mais afundo?! rs


Título original: The Little Prince
Gênero: Animação
Classificação: Livre
Duração: 1h e 46 min.
Distribuidora: Paris Filmes
Sinopse: Uma garota acaba de se mudar com a mãe, uma controladora obsessiva que deseja definir antecipadamente todos os passos da filha para que ela seja aprovada em uma escola conceituada. Entretanto, um acidente provocado por seu vizinho faz com que a hélice de um avião abra um enorme buraco em sua casa. Curiosa em saber como o objeto parou ali, ela decide investigar. Logo conhece e se torna amiga de seu novo vizinho, um senhor que lhe conta a história de um pequeno príncipe que vive em um asteroide com sua rosa e, um dia, encontrou um aviador perdido no deserto em plena Terra.


Crítica: A primeira coisa que um leitor irá reparar é que o filme não seguiu a linha do livro. Para início, não há no livro a menina, muito menos a mãe obsessiva. O senhor que conta a história também não aparece. Mas acredito que os três personagens tenham sido introduzidos para dar um contexto à moral e à própria história de "O Pequeno Príncipe". Outra diferença está no fato de o principezinho não visitar todos os "mundos" que cita no livro. Mas como é uma adaptação cinematográfica, todos esses detalhes estão perdoados - pelo menos por mim, fã número um desta clássica história.


O filme em si é fascinante... As crianças poderão compreender seus ensinamentos a partir das atitudes da menina e da mãe obsessiva que cria horários e roteiro para a vida da filha, que depois de descobrir de onde vinha a hélice que caíra sobre sua casa, passa a cativar um amigo - o vizinho, que já é um senhor, "louco" e sonhador - e a desviar-se do caminho que sua mãe criara para ela. Já os adultos podem entender a história por vários viés... Caso já tenha passado por dificuldades ou situações difíceis, ou a tão falada falta de tempo e sobrecarga, típica da contemporaneidade. O interessante é seu subjetivismo, ao qual pode-se atribuir várias interpretações, assim como no livro original. Vale observar que a menina não está vivenciando sua infância com tantos compromissos, tantas datas marcadas na agenda, tantas cobranças. E a partir do momento em que ela conhece seu vizinho e a história do principezinho, sua vida muda de rumo, deixando-a livre para crescer, mas ensinando-a a nunca perder a criança que existe dentro dela.


O final não é diferente do início: também não segue a mesma linha do livro; o pequeno príncipe da "vida real" aparece ao final, assim como muitas situações fictícias são criadas: há, por exemplo, uma carteira que prende estudantes. Mas acredito que souberam finalizar bem a história, pois no livro, não há um término objetivo. Eu só sei que chorei horrores! Não há como não associar algumas cenas à sua vida e ao momento que você está vivenciando, a trama mexe com as emoções! Por isso, quem ainda não viu, corra para o cinema e não deixe de ler o livro, que é pra lá de especial... Uma história única e que irá cativá-lo!
Fica o trailer para dar um gostinho...



"O problema não é crescer, é esquecer."

Eu já quero reler o livro e rever o filme! Fiquei completamente encantada com a adaptação tão bem feita. E que apesar de tudo, demonstrou como a obra de Antoine de Saint- Exupéry, escrita em 1943, é atemporal. Podendo ser perfeitamente associada aos tempos atuais, seja na forma escrita ou ao adquirir uma nova roupagem nas telinhas.

Você já viu? Pretende assistir? Conta aí, quero saber! ;)

Quase saindo de cartaz, resolvi assisti "Cidades de Papel " nos cinemas, não pude perder! Quem gostou do drama de J. Green, "A Culpa é das estrelas"-  estrelado por Shailene Woodley e Ansel Elgort - não pode perder mais um sucesso literário do autor adaptado para as telinhas. Infelizmente ainda não li "Cidades de Papel" (mesmo que há tempos eu tenha o livro em casa - preguiça, falta de tempo, ou leitura pouco envolvente? só sei que mal comecei o livro e o deixei de lado. Um dia eu ainda leio, prometo!). Eu sei o que você deve estar pensando: Mas Joy, você nem leu o livro e não podia perder Cidades de Papel por quê?. É simples: Eu sou muito curiosa! E me falaram que o livro era simplesmente horrível! haha parece irônico, mas sim, eu quis desafiar o cinema, "vai que o filme é melhor que o livro?", mesmo que raramente isso aconteça...


Título original: Paper Towns
Gênero: Aventura, Romance e Drama
Classificação: Livre
Duração: 1h e 49 min.
Distribuidora: Fox Filmes
Sinopse: A história é centrada em Quentin Jacobsen (Nat Wolff) e sua enigmática vizinha e colega de escola Margo Roth Spiegelman (Cara Delevingne). Ele nutre uma paixão platônica por ela. E não pensa duas vezes quando a menina invade seu quarto propondo que ele participe de um engenhoso plano de vingança. Mas, depois da noite de aventura, Margo desaparece – não sem deixar pistas sobre o seu paradeiro.


Crítica: O filme começa querendo emplacar um mistério; os personagens vão se apresentando aos poucos, inclusive os principais: Margo e Quentin. No início eles são crianças, e temos Quentin de personagem- narrador. Este começa a contar como conheceu Margo. Como diz na sinopse, ela torna-se vizinha dele e na infância são amigos inseparáveis. Ao crescerem tudo muda, Margo distancia-se dele, sendo rodeada por um grande grupo de amigos populares. No entanto, Margo é traída por esse grupo e daí resolve aparecer na janela de Quentin propondo uma noite misteriosa, que na verdade é um plano inusitado de vingança, do qual ele acaba aceitando participar. Nisso, os dois passam uma noite inesquecível, fazendo com que Q. passe a alimentar mais ainda sua paixão platônica por Margo. No desenrolar da história, ela some, deixando pistas como sempre fez. Quentin e seus amigos embarcam então numa longa viagem com fim a uma Cidade de papel (você sabe o que é isso? Não? Pensou que não existisse? Explica direitinho no filme, achei hilário!) em procura de Margo, que ao fim toma uma postura inesperada. Não quero dar spoilers! rs Vamos às críticas: O filme é bom. Fui assistir sem esperar algo surpreendente (ainda bem!). Mas para quem vai assistir com altas expectativas acaba se decepcionando, não nego. Margo, com um caráter de "menina errada", acaba até parecendo um pouco filosófica na trama, mas não passa de uma pessoa comum e perdida. A atuação dos personagens é boa, Delevingne vestiu muito bem a Margo, assim como Wolff, mesmo que de início eu tenha achado um casal sem química. Olhando de fora, eles não se combinam! haha. Em relação ao filme em geral, de início é bem parado, cansativo, não envolve o telespectador. Mas depois a história começa a ficar interessante com a viagem dos amigos de Quentin. E do meu ponto de vista, o final é um pouco decepcionante, mas eu não li o livro, então não posso dizer se é tão ruim assim. Embora tenha sido frustrante, não deixou a desejar no quesito reflexão. Fez-me pensar sobre as pessoas, que muitas vezes colocamos expectativas altas em certas pessoas que não podem nos dar nada do que esperamos. Outra reflexão foi basicamente o contrário disso: Se o filme mostra que todas as pessoas são "comuns", aquela história de quem todo mundo é especial e tem algo a oferecer não existe? Acredito que somos especiais; embora as pessoas cometam erros, cada uma tem seu lado bom e um jeito único. Portanto, descordei algumas vezes das mensagens que o filme tentou passar. Mesmo com tudo isso, curti a história! Bom entretenimento, indico para adolescentes e pra quem gosta de um mistério. Ps: Me deu vontade de continuar o livro (tedioso!), só para imaginar os atores do filme nele.

Fica o trailer:


Um beijo!
Olá! Há muito tempo o filme "Para sempre Alice" estava nas minhas listinhas para ser assistido, ainda mais depois da indicação ao Oscar e de ouvir maravilhas da atriz principal. Pois bem, assisti e trouxe a resenha desse filme emocionante pra vocês.


Título Original: Still Alice
Gênero: Drama
Classificação: 12 anos
Duração: 1h e 39 min.
Distribuidora: Diamond Films
Sinopse: A Dra. Alice Howland (Julianne Moore) é uma renomada professora de linguística. Aos poucos, ela começa a esquecer certas palavras e se perder pelas ruas de Manhattan. Ela é diagnosticada com Alzheimer. A doença a coloca em prova e a força de sua família. Enquanto a relação de Alice com o marido, John (Alec Baldwinse), fragiliza, ela e a filha caçula, Lydia (Kristen Stewart), se aproximam.


Crítica: O filme é exatamente o que diz na sinopse, nada mais que isso. Senti falta de mais história, mas ok, o foco era a questão do Alzheimer e nada mais. A atuação de Julianne Moore (agora premiada no Oscar) é espetacular! Acredito que ninguém melhor que ela poderia ter feito este papel: ela passa emoção, drama, entregou-se totalmente a personagem Alice e deixou-se levar. Outra boa atuação foi da Kristen; eu não esperava muito dela, mas com seu jeito sério e expressão de tédio, ela conseguiu fazer um excelente papel. Sem falar no Alec, interpretando o marido de Alice; aos poucos percebe-se que o mesmo distancia-se da esposa, colocando-a num segundo plano de sua vida e dedicando-se mais ao trabalho. De modo geral o filme é envolvente, embora os acontecimentos girem em torno da doença. É basicamente o cotidiano de uma família que passa por isso. O impressionante é o caso da doença ser genética, e como Alice possui duas filhas (uma delas lutando para engravidar e a outra para se estabelecer como atriz), a primeira se propõe a saber se terá a doença de fato e a segunda não. O que preocupa mais ainda a personagem principal.
Outro ponto importante é que "Para sempre Alice" comove o espectador a partir do momento em que coloca em cena uma personagem com grande potencial intelectual que aos poucos vai entrando em plena decadência cognitiva, chegando a uma demência precoce. E um lembrete e aprendizado que o filme passa: os intelectuais têm mais chances de ter Alzheimer. 
Dando uma pesquisada, soube que todo o enredo foi adaptação do romance da neurocientista Lisa Genova. Sendo assim, ela devia ter conhecimentos afundo sobre a doença em questão para escrever.
Além de tudo, o filme demonstra uma ironia do destino no fato de Lydia (papel de Kristen) sofrer com os conflitos em sua família devido a escolha de sua carreira instável, e ao mesmo tempo ser a filha que, devido ao fracasso nos palcos, ficar mais próxima de sua mãe quando ela mais precisava.
Me emocionei nessa questão, embora tenha sido um enredo pouco desenvolvido. Outra questão que emociona qualquer um é a parte em que Alice é chamada a falar em público sobre sua doença, o que serviu de bom momento de reflexão. Indico o filme para aqueles que conhecem pessoas que passam pela doença e até mesmo para os que querem refletir e aprender sobre a temática.

Fica o trailer:



É isso! Já assistiram? Eu achei incrível! E vocês?
Me contem, quero saber! :)
Beijinhos!


Oi pessu! Na última quinta-feira fui assistir a estreia de "Minions", uma animação super esperada - não apenas pelas crianças, mas principalmente pelos apaixonados nos personagens principais. Vocês já foram ao cinema assistir? Se ainda não, preparem a pipoca!


Título Original: The Minions
Gênero: Animação, Família
Classificação: Livre
Duração: 1h e 31 min.
Distribuidora: Universal Pictures
Sinopse: "
Seres amarelos unicelulares e milenares, os minions têm uma missão: servir os maiores vilões. Em depressão desde a morte de seu antigo mestre, eles tentam encontrar um novo chefe. Três voluntários, Kevin, Stuart e Bob, vão até uma convenção de vilões nos Estados Unidos e lá se encantam com Scarlet Overkill (Sandra Bullock), que ambiciona ser a primeira mulher a dominar o mundo." 


Crítica: Uma animação contagiante! Quem não se encantou com os Minions em "Meu malvado favorito"? Eu já era fã e fui cheia de expectativas para o cinema. O curta possui uma história breve, assim como está na sinopse e no entanto, não deixa de ser envolvente. Acredito que crianças gostarão mais que os adultos, embora a família inteira possa ir assistir tranquilamente e dar boas risadas com essas figuras. Como historiadora, me encantou a parte histórica do filme no início, mostrando a trajetória dos personagens desde a idade da pedra, passando pelas antigas civilizações, pela idade média, entre outras épocas até chegar aos anos 60/70, época na qual se vê o desenrolar de toda a história. O filme dos Minions, em questão de cronologia, demonstra-se anterior ao "Meu malvado favorito", visto que tudo ocorre no filme, antes dos seres amarelos conhecerem o Gru, o vilão cujo os Minions irão servir. Gostei da animação, embora eu tivesse esperado muito mais devido à produção, ao trailer... E é aquela coisa: não sei vocês, mas eu não entendo a linguagem dos Minions, então a história fazia mais sentido pra mim quando aparecia a narrativa de fundo. Enfim, de qualquer forma, é um ótimo entretenimento para essas férias! Se você ainda não viu, corre pro cinema! :)

Fica o trailer:



Beijinhos!
Oi pessu! Aproveitando a vibe de feriadão, nada melhor que ver um filme em casa (ainda mais no friozinho que está fazendo por aqui), preparar a pipoca e se deliciar com uma linda história. Há algumas semanas eu assisti no cinema "A Teoria de Tudo", curta inspirado no livro de Jane Hawking, que por sua vez, é inspirado na história verídica do físico Stephen Hawking.


Título Original: The Theory of Everything
Gênero: Biografia, Drama
Classificação: 10 anos
Duração: 2h e 3 min.
Distribuidora: Universal Pictures

Sinopse: "Baseado na biografia de Stephen Hawking, o filme mostra como o jovem astrofísico (Eddie Redmayne) fez descobertas importantes sobre o tempo, além de retratar o seu romance com a aluna de Cambridge Jane Wide (Felicity Jones) e a descoberta de uma doença motora degenerativa quando tinha apenas 21 anos."


Crítica: O filme em si é emocionante. Não é uma história que acontece em apenas dois dias, mas ao longo de vários anos. Mostra como Jane e Stephen se conheceram e como este último conheceu e lidou com sua inesperada doença (esclerose lateral amiotrófica) que atrofiou seus movimentos rapidamente, mas deixou seu cérebro ileso. Stephen Hawking existe, é o criador da teoria sobre buracos negros. Desde o princípio da história, Hawking é um estudioso e astrofísico brilhante! Ao descobrir a doença, leva um choque de realidade e acaba por saber que lhe resta apenas 2 anos de vida. Neste período, no qual já está envolvido com Jane, tenta distanciá-la dele, afinal, pensa que a doença será um grande empecilho em seu relacionamento. Mas Jane luta pelo amor dos dois e o mais breve possível casa-se com Stephen. O tempo passa, Jane engravida de um, dois, três filhos ao longo do tempo; os dois anos se passaram e a doença não tomou-lhe a vida. Stephen continua a dedicar-se a física. Mesmo sem a fala, ministra palestras nas universidades com o pouco de som que lhe resta na garganta. É uma história de superação! No meado do curta, a doença do astrofísico piora, mostra-se a decadência de um relacionamento, Jane demonstra seu cansaço e precisa de ajuda. Daí aparece Jonathan, interpretado por Charlie Cox, formando um trio amoroso. Ao mesmo tempo que ajuda Stephen em suas tarefas cotidianas, Jonathan vai se apaixonando por Jane e ela por ele. Stephen, por sua vez, posteriormente se apaixona por sua cuidadora. O que levará ao término do casamento do casal. Mesmo que dê para entender o cansaço devido a luta diária de Jane com o marido e vários filhos, eu tive um sentimento de desprezo por Jane, esta que parecia não suportar mais aquela vida, aquele marido que dava trabalho! E a traição lhe pareceu um "cano de escape". O ator Eddie Redmayne, que me surpreendeu! O papel de Stephen Hawking lhe caiu como uma luva, não por acaso, ganhou o óscar merecido! Embora não falasse muito, a maneira de se portar devido a doença, foi interpretada de forma bem-sucedida.
Ainda não li o livro - infelizmente - mas, seria uma boa comparação. Posso dizer que o filme é intrigante, a história alimenta-se de romance, de estudos sobre o tempo (reflexões imperdíveis), de comédia (que vem provar que o riso é o melhor remédio) e também de muitas lágrimas. Uma verdadeira lição! Indico para quem curte drama inteligente e não dispensa doses de humor intrínsecas.


"Enquanto houver vida, haverá esperança."


Fica o trailer para dar um gostinho:


Já assistiram? Ainda não? Me contem! :D
Beijinhos!
Oi pessu!
Estava esperando há tempos para assistir ao filme "Simplesmente Acontece", interpretado por Lily Collins e Sam Claflin, baseado no livro de Cecelia Ahern - mesma autora de PS. Eu te amo. Ainda não saiu no cinema (se não me engano estreia esta semana), mas por pura ansiedade assisti pela internet mesmo - ainda mais que uma amiga me indicou (assisto pelo mega filmes hd). Não me arrependi de ter assistido pela internet até porque a imagem está decente, mas no cinema, sem dúvidas, ia ser melhor. 


Título Original: Love, Rosie
Gênero: Comédia e Romance
Classificação: 14 anos
Duração: 100 min (1h e 40 min.)
Distribuidora: Imagem Filmes

Sinopse: Os jovens britânicos Rosie (Lily Collins) e Alex (Sam Claflin) são amigos inseparáveis desde a infância, experimentando juntos as dificuldades amorosas, familiares e escolares. Embora exista uma atração entre eles, os dois mantêm a amizade acima de tudo. Um dia, Alex decide aceitar um convite para estudar medicina em Harvard, nos Estados Unidos. A distância entre eles faz com que nasçam os primeiros segredos, enquanto cada um encontra outros namorados e namoradas. Mas o destino continua atraindo Rosie e Alex um ao outro.


Nota: O filme se passa ao longo de 12 anos. Eles são adolescentes no início, finalizando o período escolar e pensando no baile de formatura, nas festas, na faculdade. Rosie e Alex são muito amigos e conversam sobre tudo, inclusive sobre possíveis namorados (as) e sobre a primeira relação sexual. No entanto, com o passar do tempo eles começam a perceber a existência de ciúmes. O plano inicial seria Alex passar para a universidade Harvard, enquanto Rosie, para Boston - em cidades próximas, assim ambos se veriam sempre. O plano quase dá certo, se não fosse pela gravidez inesperada de Rosie. Então Alex acaba mudando de cidade e Rosie decide fingir que não recebeu a carta da universidade de Boston, tentando dessa forma esconder sua gravidez e ficando na mesma cidade. O sonho de cursar a universidade de Hotelaria fica em segundo plano para Rosie. O tempo vai passando, a filha de Rosie nasce, quase vai para a adoção - o que não acontece -, ambos mantém contato e Alex acaba descobrindo sobre a gravidez de Rosie. É visível a mudança de pensamentos e objetivos no decorrer do tempo.
Vou parar por aqui porque já dei muito spoiller! rs Mas enfim, o enredo do filme é cativante. Ao mesmo tempo em que a impossibilidade do casal ficar junto paira no ar, eles se reencontram e se veem em situações inusitadas, como por exemplo, Rosie sendo madrinha de casamento de Alex. A atuação de Colins é incrível! Consegue nos fazer rir alto em situações que seriam trágicas se não fossem cômicas. Claflin também é ótimo ator, além de ser gato! Mas seu personagem parece muito pegador haha. No entanto, ao final entende-se porque Alex tentou tanto encontrar uma garota perfeita. O curta é realmente encantador, não deixa uma peça fora do quebra-cabeça. E aborda questões tão atuais que eu indicaria para todo tipo de público, inclusive adolescentes. A gravidez na adolescência, sonhos que podem ser realizados, amores inacabados, amizade, tempo... evidencia-se tudo isso. O final do filme não deixou a desejar, embora alguns acontecimentos acabaram parecendo óbvios. Acredito que seja uma pena eu não ter lido o livro antes, mas fiquei com mais vontade de lê-lo agora. Então, se o filme já estreou na sua cidade não deixe de garantir o melhor lugar no cinema para assistir ao "Simplesmente acontece", você vai rir e se emocionar com esta brilhante história!
Fica o trailer pra dar ainda mais vontade de assistir!


Um beijo!
Oi gente! Fui ao cinema assistir "Loucas pra casar"e estou há tempos tentando resenhar pra vocês, mas só agora consegui um tempinho. Então, voilà! :D


Título Original: Loucas pra casar
Gênero: Comédia
Classificação: 14 anos
Duração: 105 min (1h e 45 min.)
Distribuidora: Paris Filmes

Sinope: Malu (Ingrid Guimarães) tem 40 anos e trabalha como secretária de Samuel (Márcio Garcia), o homem de sua vida. Apesar de estarem namorando há três anos, não há o menor indício de que um pedido de casamento esteja por vir. Um dia Malu percebe que faltam algumas camisinhas no estoque pessoal do namorado e logo deduz que ele tem uma amante. Após contratar um detetive particular, ela descobre outras duas mulheres na vida de Samuel: a dançarina de boate Lúcia (Suzana Pires) e a fanática religiosa Maria (Tatá Werneck). É claro que as três irão disputar a preferência do amado.


Minha nota: O filme começa despretensioso, uma a uma vai se apresentando (Malu, Lúcia e Maria). Cada uma delas demonstra uma personalidade distinta e contrária, mas todas possuem algo em comum: o amor por Samuel. O elenco vai se mostrando aos poucos e pode-se notar que grande parte deles já participou de algum programa de comédia. Com isso, eu criei expectativas do filme ser bem cômico, mas engraçado mesmo são as partes do trailer e só. O filme em si tem um roteiro bacana, Ingrid Guimarães realmente se entrega a personagem e cativa o público, além dela, Fabiana Carla é excepcional. Porém, como o filme todo gira em torno de Malu, as outras duas personagens ficam um pouco esquecidas algumas vezes, principalmente Maria - interpretada por Tata Werneck e de quem eu esperava mais.
Num todo, o filme é morninho, mas vale o ingresso. Não superou "Minha mãe é uma peça" em gênero de comédia brasileira, mas deu para descontrair. 
O curta era pra ser uma comédia, mas o diretor parece ter investido numa reflexão. Poucos entenderão e, por isso, não vão curtir muito. Se preparem para os spoilers: na verdade, a história pretende mostrar as facetas da mulher em geral, porque na realidade a mulher não é sexy o tempo todo, muito menos santa. Toda mulher possui várias outras mulheres dentro de si que almejam apenas ter espaço para saírem do casulo. 
Vou ser sincera: até curti a moral, mas poderiam ter investido num outro roteiro para passá-la ao público. Pois espera-se um final completamente distinto do que é passado, e daí, aparecem as frustrações, nada de risos. Malu é uma louca, completamente! 

Vocês tiveram a oportunidade de assistir? Se ainda não, até indico como passatempo, só não criem expectativas em relação a "comédia".
Preparem a pipoca. ;)

Beijos!
Nessas férias, como há bastante tempo para rever os amigos, colocar o papo em dia e ver filmes, na última terça-feira, eu e umas amigas resolvemos assistir "Lucy", um filme de ficção científica que lançou em agosto do ano passado.


Título Original: Lucy
Gênero: Ficção científica e Ação.
Classificação: 16 anos
Duração: 1h e 29 min.
Distribuidor: Universal Pictures

Sinopse: Quando a inocente jovem Lucy (Scarlett Johansson) aceita transportar drogas dentro do seu estômago, ela não conhece muito bem os riscos que corre. Por acaso, ela acaba absorvendo as drogas, e um efeito inesperado acontece: Lucy ganha poderes sobre-humanos, incluindo a telecinesia, a ausência de dor e a capacidade de adquirir conhecimento instantaneamente.


Minha nota: Primeiramente, recebemos indicações deste filme e achamos o trailer interessante, por isso resolvemos assistir. De início parecia ser um filme superinteligente, que mesclava genética, pesquisas históricas e ficção. Além disso, o filme começa citando outra Lucy - a primata descoberta na Etiópia, com cerca de 3,2 milhões de anos. Acreditei que talvez o filme fizesse uma forte ligação entre a Lucy atual e a Lucy primata, mas esta foi apenas a primeira decepção.
O filme todo gira em torno da Lucy com super poderes, interpretada por Scarlett Johansson - preciso admitir que atuou muito bem! -  que aos poucos vai alcançando mais e mais a capacidade total do cérebro, e em torno do tráfico de drogas, esta que é inserida no estômago de vários "cobaias", sendo um deles, Lucy. No entanto, nenhum sofre com um golpe no estômago como a personagem principal, que acaba tendo a substância inserida e começa a ter super poderes.
Sinceramente, achei bem clichê! Mulher com super poderes já não é inovador. E não sei se as pesquisas reais comprovam o fato de que se alcançássemos cem porcento do cérebro, teríamos as mesmas reações de Lucy: como comandar a gravidade e o tempo. Provavelmente, não. Pense bem: é Chronos, o tempo, que nos engole sempre, não seria possível o contrário.
Tudo bem, pode me dizer que é ficção científica e que o diretor poderia inventar qualquer super poder desses para criar o filme. Ok, mas estes super poderes clichês não me convenceram.
Além disso, (atenção, spoilers): se Lucy não consumisse mais e mais drogas, depois de absolvidas pelo seu corpo, ela morreria, ia se deteriorando até se tornar pó. Lucy é completamente viciada no filme! 
Alguns coments por aí a comparam com um Deus, ao usar toda a capacidade cerebral. No entanto, descordo com isso por motivos de: (mais spoilers) Deus não morre e não se torna um espermatozoide ao final.
Então é isso, eu não recomendo. O filme não é uma ficção científica inteligente, passou um caráter fantasioso e superficial.

No entanto, fica o trailer para vocês tirarem suas próprias conclusões rs.


Um beijo!
Oi gente!!
Vi a tag "5 perguntas sobre Cinema" no blog ByMiih esses dias e achei super bacana! Cinema é um tema que me encanta falar sobre e, claro, reservar aquele tempinho para prestigiar. Então, por que não responder a tag? Enquanto você lê, pode pensar em suas respostas também, assim você relembra alguns de seus filmes favoritos!

1- Em que filme você gostaria de morar?
Eis a dúvida: Poderia ser no "Cartas para Julieta", para eu morar em Verona, no cenário de Romeu e Julieta, ou no "Meia noite em Paris", aquele ar vintage da década de 20.


2- Qual personagem você gostaria de ser?
A Sophie Hall de "Cartas para Julieta", para ler as cartas endereçadas a Romeu e Julieta e ajudar as pessoas a lidar com o amor.


3- Qual filme você mudaria o final? 
"O Espetacular homem aranha 2". Não posso falar porquê. Vocês precisam assistir e saberão da minha decepção haha.


4- Que obra você gostaria de ter escrito (ou dirigido)?
"A menina que roubava livros". É fantástico!


5- Que título de filme você considera mais fantástico?
"A culpa é das estrelas". Porque as 'estrelas' a que se referem faz referência a bebida que se chama estrela, que está presente em algumas cenas.


É isso! Espero que tenham gostado da tag! Assim vocês acabam por me conhecer um pouco mais e ainda podem responder nos coments quais seriam suas respostas hehe.
Beijinhos!