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Oi gente! Se tem uma coisa que gosto muito, mas muito mesmo é de cinema! Muito me interessa ler um livro que em breve sairá nas telonas e comparar o resultado, assim como ir ao cinema sozinha só para assistir àquele filme tão desejado que ninguém se interessou em vê-lo comigo. 2016 já começou com alguns filmes bacanas, mas vai melhorar (e muito) ainda ao longo do ano. Eu selecionei alguns lançamentos que, segundo a minha opinião, não podemos perder. Se está na seleção, me interessou de alguma forma. Bora conferir?



Em Janeiro, as crianças podem se preparar, assim como os amantes da tecnologia!

  • Snoopy e Charlie Brown - Peanuts
  • Steve Jobs - Três momentos importantes da vida do inventor, empresário e magnata Steve Jobs: os bastidores do lançamento do computador Macintosh, em 1984; da empresa NeXT, doze anos depois e do iPod, no ano de 2001.


Em Fevereiro (meu mês), é o mês de filme histórico, polêmico e cômico!
  • A garota dinamarquesa - Cinebiografia de Lili Elbe (Eddie Redmayne), que nasceu Einar Mogens Wegener e foi a primeira pessoa a se submeter a uma cirurgia de mudança de gênero. Em foco o relacionamento amoroso do pintor dinamarquês com Gerda (Alicia Vikander) e sua descoberta como mulher.
  • Joy: O nome do sucesso
  • Deuses do Egito

Março será um mês de mais comédia, mais animação e muita ação e aventura.
  • Kung Fu Panda 3
  • Como ser solteira - Alice (Dakota Johnson) acabou de sair de um relacionamento e não sabe muito bem como agir sem outra metade. Para sua sorte, ela tem uma animada amiga (Rebel Wilson) especialista na vida noturna de Nova York, que passa a ensiná-la como ser solteira.
  • Convergente
  • Batman vs Superman: A origem da justiça


Em Abril, temos ação e aventura.
  • Capitão América: Guerra Civil
  • O caçador e a rainha do gelo - O prequel da aventura Branca de Neve e o Caçador irá acompanhar a história do caçador Eric (Chris Hemsworth) e da bruxa má Ravenna (Charlize Theron) antes de conhecerem Branca de Neve. Ravenna é ressuscitada pela irmã, Freya, a Rainha do Gelo. Prestes a conquistar a terra, os únicos que podem deter as duas irmãs más são os guerreiros de elite de Freya.



Em Maio, ela está de volta:
  • Alice através do espelho - Sequência de Alice no País das Maravilhas.

De Maio, pulamos para Julho, com ficção científica.
  • Star Trek: sem fronteiras - Após sofrerem com a ira de John Harrison (Benedict Cumberbatch), Kirk (Chris Pine), Spock (Zachary Quinto), Uhura (Zoe Saldana), McCoy (Karl Urban), Sulu (John Cho), Chekov (Anton Yelchin) e Scotty (Simon Pegg) retornam à Enterprise para uma nova e difícil aventura intergaláctica.

E em Julho, já esperamos por Setembro só para ver:
  • O bebê de Bridget Jones - Vai ser cômico, mas ainda não se tem muitas informações.

Em Outubro, vamos entrar na história da literatura.
  • Inferno - O renomado professor de simbologia de Harvard, Robert Langdon (Tom Hanks) visita a Itália e se envolve em mais uma aventura envolvendo símbolos ocultos e corporações secretas. Ele se vê em uma jornada em que procura desvendar os mistérios do clássico da literatura "A Divina Comédia", de Dante Alighieri.


De Outubro, vamos para Dezembro, contando os dias para rir muito e se envolver em mais um filme de Star Wars.

  • Minha mãe é uma peça 2 - Sucesso como apresentadora de um programa de TV, Dona Hermínia (Paulo Gustavo) resolve tentar novos relacionamentos, deixando para trás o pedido de Carlos Alberto (Herson Capri) para que reatem. O problema é que cada possível namoro empaca justamente devido à preocupação dela com os filhos Marcelina (Mariana Xavier) e Juliano (Rodrigo Pandolfo).
  • Star Wars: Rogue One



Ainda sem data prevista, aguardo ansiosamente pelas adaptações de "Como eu era antes de você" e "Quem é você, Alasca?".

Confesso que além de aguardar ansiosamente as adaptações dos livros, quero muito assistir ao "Inferno", me parece também uma adaptação do livro de Dan Brown que será fantástica. E ao "Alice através do espelho". E vocês, por quais vocês estão loucos pra assistir?
Beijos!!

Oi pessu! Aproveitando a vibe de feriadão, nada melhor que ver um filme em casa (ainda mais no friozinho que está fazendo por aqui), preparar a pipoca e se deliciar com uma linda história. Há algumas semanas eu assisti no cinema "A Teoria de Tudo", curta inspirado no livro de Jane Hawking, que por sua vez, é inspirado na história verídica do físico Stephen Hawking.


Título Original: The Theory of Everything
Gênero: Biografia, Drama
Classificação: 10 anos
Duração: 2h e 3 min.
Distribuidora: Universal Pictures

Sinopse: "Baseado na biografia de Stephen Hawking, o filme mostra como o jovem astrofísico (Eddie Redmayne) fez descobertas importantes sobre o tempo, além de retratar o seu romance com a aluna de Cambridge Jane Wide (Felicity Jones) e a descoberta de uma doença motora degenerativa quando tinha apenas 21 anos."


Crítica: O filme em si é emocionante. Não é uma história que acontece em apenas dois dias, mas ao longo de vários anos. Mostra como Jane e Stephen se conheceram e como este último conheceu e lidou com sua inesperada doença (esclerose lateral amiotrófica) que atrofiou seus movimentos rapidamente, mas deixou seu cérebro ileso. Stephen Hawking existe, é o criador da teoria sobre buracos negros. Desde o princípio da história, Hawking é um estudioso e astrofísico brilhante! Ao descobrir a doença, leva um choque de realidade e acaba por saber que lhe resta apenas 2 anos de vida. Neste período, no qual já está envolvido com Jane, tenta distanciá-la dele, afinal, pensa que a doença será um grande empecilho em seu relacionamento. Mas Jane luta pelo amor dos dois e o mais breve possível casa-se com Stephen. O tempo passa, Jane engravida de um, dois, três filhos ao longo do tempo; os dois anos se passaram e a doença não tomou-lhe a vida. Stephen continua a dedicar-se a física. Mesmo sem a fala, ministra palestras nas universidades com o pouco de som que lhe resta na garganta. É uma história de superação! No meado do curta, a doença do astrofísico piora, mostra-se a decadência de um relacionamento, Jane demonstra seu cansaço e precisa de ajuda. Daí aparece Jonathan, interpretado por Charlie Cox, formando um trio amoroso. Ao mesmo tempo que ajuda Stephen em suas tarefas cotidianas, Jonathan vai se apaixonando por Jane e ela por ele. Stephen, por sua vez, posteriormente se apaixona por sua cuidadora. O que levará ao término do casamento do casal. Mesmo que dê para entender o cansaço devido a luta diária de Jane com o marido e vários filhos, eu tive um sentimento de desprezo por Jane, esta que parecia não suportar mais aquela vida, aquele marido que dava trabalho! E a traição lhe pareceu um "cano de escape". O ator Eddie Redmayne, que me surpreendeu! O papel de Stephen Hawking lhe caiu como uma luva, não por acaso, ganhou o óscar merecido! Embora não falasse muito, a maneira de se portar devido a doença, foi interpretada de forma bem-sucedida.
Ainda não li o livro - infelizmente - mas, seria uma boa comparação. Posso dizer que o filme é intrigante, a história alimenta-se de romance, de estudos sobre o tempo (reflexões imperdíveis), de comédia (que vem provar que o riso é o melhor remédio) e também de muitas lágrimas. Uma verdadeira lição! Indico para quem curte drama inteligente e não dispensa doses de humor intrínsecas.


"Enquanto houver vida, haverá esperança."


Fica o trailer para dar um gostinho:


Já assistiram? Ainda não? Me contem! :D
Beijinhos!
Oi gente!!
Vi a tag "5 perguntas sobre Cinema" no blog ByMiih esses dias e achei super bacana! Cinema é um tema que me encanta falar sobre e, claro, reservar aquele tempinho para prestigiar. Então, por que não responder a tag? Enquanto você lê, pode pensar em suas respostas também, assim você relembra alguns de seus filmes favoritos!

1- Em que filme você gostaria de morar?
Eis a dúvida: Poderia ser no "Cartas para Julieta", para eu morar em Verona, no cenário de Romeu e Julieta, ou no "Meia noite em Paris", aquele ar vintage da década de 20.


2- Qual personagem você gostaria de ser?
A Sophie Hall de "Cartas para Julieta", para ler as cartas endereçadas a Romeu e Julieta e ajudar as pessoas a lidar com o amor.


3- Qual filme você mudaria o final? 
"O Espetacular homem aranha 2". Não posso falar porquê. Vocês precisam assistir e saberão da minha decepção haha.


4- Que obra você gostaria de ter escrito (ou dirigido)?
"A menina que roubava livros". É fantástico!


5- Que título de filme você considera mais fantástico?
"A culpa é das estrelas". Porque as 'estrelas' a que se referem faz referência a bebida que se chama estrela, que está presente em algumas cenas.


É isso! Espero que tenham gostado da tag! Assim vocês acabam por me conhecer um pouco mais e ainda podem responder nos coments quais seriam suas respostas hehe.
Beijinhos!


Olá!
No último dia 02, fui assistir "A Menina que Roubava Livros" com a minha irmã e uma amiga nossa. Há tempos eu já estava ansiando por ver este filme! Nunca li o livro (infelizmente), mas tenho muita vontade de ler. Com certeza minha crítica seria bem melhor se eu tivesse lido o livro. Mas eu quis ver devido a época que se passa, que é durante a Segunda Guerra Mundial. Fala muito do Nazismo. E se você pretende assistir, prepare-se para o drama em demasia e um enredo histórico fascinante!


''Quando a morte conta uma história, você deve parar para ler."

Gênero: Drama
Classificação: 12 anos
Duração: 131 minutos (2h. 11 min.)
Distribuidora: Fox Film do Brasil

Sinopse: Adaptação de A Menina que Roubava Livros, do australiano Markus Zusak, o filme acompanha a história de Liesel Meminger (interpretada pela canadense Sophie Nélisse. Durante a Segunda Guerra Mundial, Liesel e seu irmão são deixados pelos pais e adotados por um casal vivido por Geoffrey Rush (O Discurso do Rei) e Emily Watson (Anna Karenina). O garoto morre no trajeto e é enterrado por um coveiro que deixa cair um livro na neve. Ela aprende a ler com o incentivo de sua nova família e Max, um judeu refugiado que eles escondem baixo às escada. Para Liesel e Max, o poder das palavras e da imaginação se transformam em escape dos tumultuosos eventos que acontecem ao seu redor. Em meio ao caos, a jovem encontra refúgio na literatura para sobreviver. Ajudada por seu pai adotivo, ela passa a roubar livros e descobrir neles a esperança perdida durante a guerra.


Minha nota: O filme é imenso, começa sem nenhuma inovação, mas depois vai nos envolvendo de forma inexplicável. Você sente um desejo de descobrir quem é Liesel, a menina que no início do filme é tão misteriosa. E (pelo menos para mim que não li o livro) porque ela era "a menina que roubava livros". A história vai se desenrolando em um enredo meio que previsível. Mas eu gostei deste fato. Parece que o próprio telespectador vai criando a história. Fizeram uma boa releitura da época do Nazismo ao meu ver, com perseguições aos judeus e comunistas. É emocionante quanto ao encontro de Liesel e Max: a mãe de Liesel era comunista e o próprio Max que fugiu por tempos é judeu. Ou seja, ambos vivem na pele essa interminável perseguição da época. E por isso a morte conta a história. Em época de guerra, não há outra saída, ou uma maneira de escapar. Me emocionei com o pai adotivo de Liesel que a chama de "Majestade" assim que ela chega. Ele é um homem simpático e que luta pela família. Outro fato que me surpreendeu, foi ver que a família adotiva de Liesel era pobre, mas, mesmo assim adotou a menina e o irmão (que morre antes de chegar à casa deles), devido a morte de sua mãe comunista. E ainda tem o Rudy, um amigo de Liesel que é apaixonado por ela! O fim do jovem casal com tantos sonhos pela frente é bem dramático também.
Foi o drama mais envolvente e comovente que já assisti. Chorei da metade do filme até o fim! Parecia que eu tinha saído de um enterro, mas realmente me senti na Alemanha de Hitler. Fiquei louca para ler o livro e comparar com o filme. O fim é previsível, mas nem tanto. Então também pude considerar como uma surpresa da interlocutora, no caso, da morte.

Fica o trailer pra vocês ficarem com mais e mais vontade de ir correndo assistir! 



Quem já viu, curtiu tanto quanto eu?! Ou sou eu que gosto de tudo mesmo? hahaha
Super indico pra quem ainda não viu e quer refletir, conhecer um pouco mais da Segunda Guerra e chorar!
Hehe beijos!!!