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Chega a algum lugar?!

By 10:54 ,



“Mas eu me mordo de ciúmes” essa sim é minha música.
Não posso admitir, não devo falar, mas eu morro de ciúmes de você. Não posso tuitar, muito menos lhe falar, mas é verdade.
Não sou o tipo de garota que tem ciúme de tudo e de todos. Mas quando me apego o suficiente pra alguém significar muito pra mim, resulta nisso, ciúmes.
Ciúmes... vivem atrapalhando a minha vida. Porque é realmente perceptível. Como esconder algo tão claro?
Meu Deus, e o apego?! Queria pra mim o desapego. Desapegar de tudo e de todos seria uma boa pra mim. Desapego é como livrar pássaros aprisionados em gaiolas. Mas apego... o apego a sorrisos, abraços, jeitos, manias... eu mesmo me deixo aprisionar a partir disso.
E suas músicas favoritas... Já sei de cor. Outro apego, outros ciúmes. Ninguém pode roubá-las pra si. São suas favoritas e minhas lembranças.
Como um assunto leva a outro... ciúme, apego, desapego, música, você. As pessoas devem se perguntar: “E ela não cansa de viver falando de uma pessoa só”, de viver pensando em uma pessoa só, de viver estragando músicas por uma pessoa só, de viver sonhando, tropeçando, passando mal por uma pessoa só?!
Eu queria que cansasse, que viesse a fadiga. Que fosse como... Correr. Cansou, parou. Mesmo sem chegar lá, na linha de chegada. Queria que a fadiga fosse maior que o “gostar”, pra não dizer “amar”. Mas ainda assim, corro. Tropeço, escuto gritos me dizendo “você não vai conseguir” e mesmo assim surge uma força de vontade maior que tudo, não sei da onde. Só surge.
Mas caso a linha de chegada esteja ainda muito longe e se no fim não houver nenhum prêmio, é capaz de eu desistir, abandonar a corrida por você, abandonar o barco, a bicicleta, as músicas, seus jeitos e manias. E deixar o cansaço dominar.
Porque simplesmente não vale correr pra lugar algum.

(Por Joyce, feito há vários meses atrás)

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